Ver a Mar
No princípio, cruze o estuário, esta zona intermédio que se descobre com as marés, e vibre ao ritmo do oceano com Charlotte Gautier van Tour. Entre em contacto com a água, o fitoplâncton e o seu sopro, antes de se deixar deslizar Sob a superfície. Além da zona da meia-noite, onde a luz já não consegue atravessar a col...
Visit description
A quick reading guide for this exhibition.
Descricao da visita
No princípio, cruze o estuário, esta zona intermédio que se descobre com as marés, e vibre ao ritmo do oceano com Charlotte Gautier van Tour. Entre em contacto com a água, o fitoplâncton e o seu sopro, antes de se deixar deslizar Sob a superfície. Além da zona da meia-noite, onde a luz já não consegue atravessar a col.
O que observar
Bem-vindos a Ver a Mar, este ecossistema poderoso e frágil, espelho de nossos seres e de nossas civilizações. Desfrute de suas abismos a suas suaves margens, encontre seus habitantes humanos e outros não humanos, e vá e.
Leitura pratica
MAIF Social Club - 37 rue de Turenne - 75003 - Tarif: gratuito
Resumo
A forma mais direta de entender do que trata esta exposicao.
Bem-vindos a Ver a Mar, este ecossistema poderoso e frágil, espelho de nossos seres e de nossas civilizações. Desfrute de suas abismos a suas suaves margens, encontre seus habitantes humanos e outros não humanos, e vá em frente contra tudo o que a ameaça.
No princípio, cruze o estuário, esta zona intermédio que se descobre com as marés, e vibre ao ritmo do oceano com Charlotte Gautier van Tour. Entre em contacto com a água, o fitoplâncton e o seu sopro, antes de se deixar deslizar Sob a superfície. Além da zona da meia-noite, onde a luz já não consegue atravessar a coluna de água, encontre os habitantes dos abismos: criaturas de outro mundo, híbridas e fantasmagóricas, por Elsa Guillaume, mas também verdadeiras espécimes das profundezas, emprestadas pela ONG Bloom. Nadar então entre as medusas de Ugo Schiavi. A sua floresta marinha, composta por sublimes corais, contém, se bem observar, tanto conchas como resíduos plásticos. Pois até mesmo no leito oceânico, sob quilómetros de água salgada, os humanos imprimem a sua marca. A bordo de um navio de exploração, sondar, com a Latent Community, as profundezas inacessíveis. Estes ecossistemas frágeis, indispensáveis para os equilíbrios terrestres e para a regulação do clima, hoje são perigosamente alvo devido às preciosas recursos que albergam. Do mar agitado das tempestades à luz indiferente das férias A presente, atraídos pela luz crua do sol que se mistura ao ondo da superfície, eis que vos encontrais Pegados na onda de Adélaïde Feriot. Experimente sob o efeito do « sentimento oceânico », este tontura que nos apreende face à vastidão e à demesura. Do mar agitado das tempestades à luz indiferente das férias, há apenas uma braçada, e finalmente descalçam vos na terra firme, na praia salgada de Mathieu Lorry Dupuy. Ali, prove-se da insonância da praia, pontuada por vestígios plásticos carregados pelas ondas. Sinta subir em vós a Vague à l'âme oceânica na presença dos peixes de Rémi Lécussan que agitam-se na borda, ao ritmo das marés. 3 800 quilos de peixes são pescados por segundo no mundo por uma indústria cada vez mais destrutiva. Fugir com Carla Gueye, que defende uma pesca artesanal, respeitosa das recursos pesqueiros e que contribui para preservar a mangal. E lembrem-se de que o equilíbrio é antes de tudo uma questão política. Ana Mendes ridícula assim os dirigentes e lobbyistas que, todos os dias, ratificam arbitrágios descuidados entre ecologia e economia, tingindo de rosas a gravata e colarinho branco com Astaxantina, este colorante alimentar destinado a maquillar a carne cinzenta do salmão de criação. Juntei-se aos defensores do oceano Estamos perante um oceano tombado, avariado, explorado, sulcado por mais de 100 000 navios comerciais. Um espectáculo hipnótico e assordante que nos mostra Jacques Perconte. Perante esta extensão circundada por todas as actividades humanas, como inverter a evaporação e restabelecer um equilíbrio e respeito ligação com o oceano? Pelo empenhamento e gestos do quotidiano. Colectando, como vos convidam com humismo o colectivo Hypercomf, as cinzas de tabaco que representam 40 % dos resíduos plásticos encontrados nas praias europeias. Levando atenção às pessoas exiladas que reconstruíam a sua existência noutras margens sob o objectivo de É meric Lhuisset. Inspirando-se do courage dos marinheiros e das suas artes populares revisitas por Duke Riley. Pois o verdadeiro heroísmo contemporâneo é encontrar os meios de Restituir a mar e não mais de a tomar. Tenta-se assim lançar-se à água e juntai-se aos defensores do oceano! Situado no coração do bairro do Marais em Paris, gratuito e aberto a todos e todas, o MAIF Social Club questiona a inovação social através de uma programação artística pluridisciplinar e paritaria. Exibições, espetáculos, debates de ideias, workshops para pequenos e grandes, espaços de trabalho, cafeteira com produtos locais e de estação, integram na riqueza do lugar
Images and visual references
Preparar a visita
MAIF Social Club - 37 rue de Turenne - 75003 - Tarif: gratuito
MAIF Social Club - 37 rue de Turenne - 75003 - Tarif: gratuito